É vedado pela Lei de Propiedade Intelectual o uso comercial dos arquivos contidos neste site, sendo seu uso limitado apenas à apreciação, não visando lucro direto ou indireto. Compre o original. Todos os links de materias encontrados aqui para realizar upload, estão arquivados na propria internet. E nem sei quem foram os criadores dos arquivos, eu apenas indico o caminho... se alguém se sentir prejudicado por alguma postagem entre em contato que nós a retiraremos do ar... bla bla bla
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Um desabafo – pra que intelectual em um país que tem o Chapolin como herói nacional?
sábado, 10 de maio de 2008
O corajoso e polivalente Mel Brooks
Sei que ninguém está muito interessado em opiniões pessoais sobre qualquer assunto. O negócio é fazer download... ainda mais quando os textos são grandes assim. Eu pelo menos não tenho muita paciência pra ler artigos ou ensaios longos na net. Mas o legal da internet é isso... como não é pra vender, voce pode publicar o que quiser sem se importar se alguem vai se interessar ou não.. e no fundo no fundo... vai que alguém se interessa... Então vamo ae!
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Di Melo - Di Melo (1975)

Historinha: Estava eu curtindo uma balada num lugar chamado Aldeia Turiassú entre a Pompéia e a Barra-Funda uma noite destas...Na ocasião, no palco rolou um Show da Banda Glória [divina!] e o Dj Tutu mandou bala na pista com sua discotecagem 'brasileira não clichê' [não tão menos divina!]...Entre um Jorge Ben e um Tim Maia Racional, ele colocou um Som ['O' som] que posteriormente em conversa pessoal, ele me passou a referência, que sem pestanejar, fui atrás e me deleitei. A música em questão chamava Kilariô [escute no youtube, clique aqui.], de um músico de um disco [que pena!] chamado Di Melo. Eis a história [estraido do blog Ouro de tolo]:
"Se você desconhece este cidadão, saiba que tá perdendo um som que não é brincadeira. Di Melo é um um cantor e compositor pernambucano que diz a lenda, sempre estava bem acompanhado. Mas isso não vem ao caso hehehe, o que vem ao caso é que esse rapaz é um dos muitos músicos injustiçados Brasil a fora. Considerado um dos pioneiros da música soul aqui no Brasil, Di Melo é desconhecido do grande público e é até difícil de compreender como o cidadão ficou no anonimato fazendo o som que faz. Vai entender...
Di Melo só tem um disco lançado, e pasmem(música de suspense)...é esse mesmo que eu vou deixar aí para os apreciadores de boa música baixarem. Soul, funk e Mpb de primeira no mesmo prato e para complicar mais a situação, os arranjos são do "bruxo dos sons" Hermeto Pascoal. Esse é discaço, vale a pena e essa tal de "Se o mundo acabasse em mel"...só pode ser brincadeira.
Músicas:
1 .Kilariô (Di Melo)
2. A vida em seus métodos diz calma (Di Melo)
3. Aceito tudo (Vidal França - Vithal)
4. Conformópolis (Waldir Wanderley da Fonseca)
5. Má-lida (Di Melo)
6. Sementes (Di Melo)
7. Pernalonga (Di Melo)
8. Minha estrela (Di Melo)
9. Se o mundo acabasse em mel (Di Melo)
10. Alma gêmea (Di Melo)
11. João (Maria Cristina Barrionuevo)
12 .Indecisão (Terrinha)"
ps: Chamo atenção para as três primeiras faixas. Geniais!
Download do disco [AQUI]
sexta-feira, 18 de abril de 2008
“Detalhes tão pequenos de nós dois” – Os que são lindos de morrer.



sábado, 12 de abril de 2008
Um pouco de John Rambo
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Links
Desculpe por isso chefe.. então vamos por partes (como diria o bom e velho Jack).
É isso ae macacada, aproveitem porque os links expiram (saúde) e pra eu postar alguma coisa na internet demora bacaráio.
Tim Maia:
Racional:
http://rapidshare.com/files/31901781/Tim_Maia_Racional_-_Tim_Maia.rar
Tim Maia (1970)
http://rapidshare.com/files/97248952/TM__1970__TM0.rar.html
Simonal
Alegria Alegria Vol II
http://rapidshare.com/files/15092674/wilson_simonal_-_Alegria___Alegria_Vol_2_by_afsrmusic.zip
Alegria Alegria vol I
http://rapidshare.com/files/15085355/1_-_Simonal_-_Alegria_alegria_by_afsrmusic.zip
Marcos Valle
Garra (1970)
http://rapidshare.com/files/38615317/Marcos_Valle_-_Garra.rar.html
Previsão do tempo (1973)
http://sharebee.com/025a760b
Noriel VilelaEis o ome: (1968)
http://rapidshare.de/files/31518566/NorielTheMan-zl.zip
João Donato
A Bad Donato (1970)
http://rapidshare.com/files/30466252/A_Bad_Donato_-_1970.rar.html
Lulu Santos
Assim caminha a humanidade (1994)
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Jorge BenAfrica Brasil (1976)
http://rapidshare.com/files/49437938/Jorge_Ben_Jor_-_1976_-__frica_Brasil_-_By_Brasilmidia.rar
Samba esquema novo (1963)
http://www.4shared.com/file/30516276/321585d5/15_-_Jorge_Ben_-_1963_-_Samba_Esquema_Novo.html?s=1
Jorge Ben (1969)
http://www.4shared.com/file/32218179/caa970bf/1969_-_Jorge_Ben.html?s=1
Toni Tornado
Toni Tornado (BR3) (1971)
http://www.mediafire.com/?bjemgjigmfm
Toni Tornado (1972)
http://www.turboupload.com/download/PIbX7eHu0PXH
Guilherme lamounier
Guilherme lamounier (1973)
http://sharebee.com/fbb82174
Di Melo
Di Melo (1975)
http://www.mediafire.com/download.php?5vj0s9zmajz
Farofa carioca
Moro no Brasil
http://rapidshare.com/files/41612330/Moro_no_Brasil_-_Farofa_Carioca.rar
terça-feira, 1 de abril de 2008
Minha Discoteca Básica de Música Brasileira - parte 1



Guilherme Lamounier – Guilherme Lamounier (1973). Pois é, esse mano e nome afrancesado e que sumiu do mapa tem esse disco que lembra a pegada mais preta do rei no final dos anos 60, com alguma coisa de Toni Tornado e cia. O estilo de interpretação – fundamental na música Black – do cara é muito bom, sem parecer forçado, respeitando seus limites, e afinadinho. Os arranjos são ótimos, assim como o repertório. O resultado é muito bom, satisfação garantida.
sábado, 1 de março de 2008
Lista dos melhores discos do Brasil (I)
Lista dos melhores discos do Brasil (II)

Para quem ainda tem alguma duvida de que o rei é o melhor de todos...
Segundo a Rolling Stone e a Playboy, a melhor música brasileira foi produzida nos anos 60 e 70. Entre os 100 Maiores da Rolling Stone, estão 51 discos da década de 70 e 16 títulos dos anos 60. Entre os 50 Melhores da Playboy, aparecem 27 discos dos anos 70 e 15 da década anterior.
Detalhe: os dez mais das duas listas estão nessas duas décadas.
Os responsáveis por esses números são os tropicalistas, Roberto Carlos, Tom Jobim, Jorge Ben, Chico Buarque, Os Novos Baianos, Lô Borges e Milton Nascimento e os Secos&Molhados. É o que se fez de melhor no Brasil até hoje. Aí estão os primeiros discos dos Mutantes, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Tom Zé. O rock e o soul de Roberto. O folk e a psicodelia de Erasmo e Ronnie Von. A genial fusão do samba e do rock dos Novos Baianos. O erudito popular pós-bossanovista do elegante Tom Jobim. A androginia glam dos Secos&Molhados e a segunda fase dos Beatles (a partir de Rubber Soul) no Clube da Esquina de Milton, Lô, Toninho Horta e Beto Guedes, entre outros.
A lista da Rolling Stone tem 5 discos dos anos 50 (dois de Dorival Caymmi); 14 dos 80 (10 do Brock, Arrigo, Itamar, o primeiro de Marisa Monte e Egberto Gismonti (Circense). Na Playboy, os 80 comparecem com 5 discos – Legião (As Quatro Estações), RPM (Quatro Coiotes) e Lulu Santos (Lulu), nenhum deles na Rolling Stone.
Os anos 90 aparecem 11 vezes na Rolling Stone e 2 na Playboy. Os 00 entram com 3 discos na primeira e 1 na segunda. Basicamente, Racionais MC’s, Chico Science & Nação Zumbi, Mundo Livre S/A e Los Hermanos. Para os 60 eleitores da Rolling Stone, Los Hemanos é a melhor banda brasileira do século XXI; dos três discos dos anos 00 que estão na lista, dois são deles – Bloco do Eu Sozinho e Ventura.
As duas listas permitem delimitar o período mais criativo da música brasileira. Ele vai de
E quem são os melhores ?
São os artistas com mais indicações de discos nas quatro listas.
1 - Tom Jobim: The Composer of Desafinado, Plays (63), Antônio Carlos Jobim (63), Wave (67), Matita Perê (73), Elis &Tom (74), Urubu (76) e Antônio Brasileiro (94).
2 - Gilberto Gil: Gilberto Gil (68), Expresso 2222 (72), Refazenda (75), Refavela (77) e Quanta (97), além de participar de Tropicália ou Panis et Circencis (68), do disco com Jorge Bem (Ogum Xangô – 75) e dos Doces Bárbaros (76).
2 - Caetano Veloso: Caetano Veloso (68), Transa (72), Araçá Azul (72), Qualquer Coisa/Jóia (75) e Cinema Transcendental (79), além de dividir Domingo (67) com Gal Costa e dos Doces Bárbaros.
3 - Jorge Ben: Samba Esquema Novo (63), Jorge Ben (69), Força Bruta (70), A Tábua de Esmeralda (72) e África Brasil (76), além de Ogum Xangô.
4 - Roberto Carlos: Jovem Guarda (65), Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (67), O Inimitável (68), Roberto Carlos (69) e Roberto Carlos (71).
5 - Gal Costa: Domingo (com Caetano Veloso, 67), Gal Costa (Gal Costa – 69), Fa-Tal – Gal a Todo Vapor (72) e Cantar (74), além de participar de Tropicália ou Panis et Circencis e dos Doces Bárbaros.
6 – Mutantes: Os Mutantes (68), Mutantes (69), A Divina Comédia Humana ou Ando Meio Desligado (70) e Jardim Elétrico (71), além de participarem de Tropicália ou Panis et Circencis.
6 - Paulinho da Viola: Foi Um Rio Que Passou
7 - João Gilberto: Chega de Saudade (59), João Gilberto e Stan Getz (64), João Gilberto (73) e Amoroso (77).
7 - Tim Maia: Tim Maia (70), Tim Maia (71), Tim Maia Racional Volume 1 (75) e Tim Maia Racional Volume 2 (76).
8 - Chico Buarque: Construção (71), Meus Caros Amigos (76) e Paratodos (93), além de O Grande Circo Místico (83), com Edu Lobo.
9 - Elis Regina: Elis (72), Elis & Tom (74) e Falso Brilhante (76).
10 - Milton Nascimento: Clube da Esquina (72), Milagre dos Peixes (73) e Geraes (76).
Quais são os melhores ?
Somente 5 discos aparecem em três das quatro listas. Segundo a pesquisa, são os melhores entre os melhores. O ranking foi estabelecido pela colocação dos discos nas listas.
1 - Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (Roberto Carlos – 67)
2 - Secos e Molhados (Secos e Molhados – 73)
3 - Cartola (Cartola – 76)
4 - Tim Maia (Tim Maia – 70)
5 - Falso Brilhante (Elis Regina - 76)
É o que temos, caríssimos leitores. Isso explica muita coisa.
Tirado do Blog do Menezes: http://sergio_menezes.blog.uol.com.br/arch2007-11-11_2007-11-17.html
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
A renovação do novo - Cidadão Instigado
Quando surgiu, o grupo CSNZ causou uma revolução na cena musical brasileira como não se via desde a Tropicália, devido em grande parte à genialidade (para mim, comparável a de Jorge Ben e Gilberto Gil) do Chico Science, que conseguia fazer letras que unia politica e poesia (esta que falta ao Mundo Livre, por exemplo), além de conseguir fazer a fusão regional e cosmopolita pelo ritmo e tom imprimidos às letras e de ser de longe o melhor cantor do manguebeat, um intérprete explêndido.
Depois da morte de Chico, o movimento modificou-se e expandiu. O próprio Nação tomou consciência que não poderia continuar fazendo o mesmo trabalho e deu uma guinada no seu estilo. Acertaram. Apesar de deixarem de ser revolucionários - o seu novo tipo de som se encaixa muito mais facilmente no estilo 'pop rock intimista com climinha' que está atolando o cenário mundial - eles continuam sendo a grande banda do movimento, sem tentar ser cover de si próprios... o que teria um resultado desastroso, pois para tanto, é preciso ter um gênio como Gil ou Chico.
A prova de que esta fusão é muito difícil de ser alcançada, é que os grupos posteriores (com excessões) abandonaram a empreitada. Alguns se voltaram para o 'regional' mais puro, estilizado ou não (Comadre Fulozinha, Mestre Ambrósio, Cordel do Fogo Encantado), outros se voltaram mais para um som mais intimista, pontuado ou não com ritmos nordestinos, e fazendo referência (o que é diferente de fazer uma mistura de fato) a estilos diversos, do samba ao beach, mais influenciados por Mundo Livre - inclusive no vocal desafinado, que as vezes funciona, outras não - não basta desafinar, tem de saber usar essa característica no interior da estrutura musical de forma expressiva, vide Tom Zé, e o mestre maior, João Gilberto. É o caso do Mombojó, Eddie, Bonsusseso... Outros ainda resolveram misturar tudo isso em bases eletrônicas diversas, como um certo Nação fez no disco amarelo, pra mim, o melhor pós Chico.
De fato, a mistura regional\cosmopolita é por esses novos grupos encarados de forma diversa, não como uma necessidade de fazer um significar o outro - como o CSNZ ou o Tropicalismo antes dele, em outra linha- mas antes como uma liberdade de usar livremente ora um, ora outro. E apesar de ser ainda desse movimento que sai os grupos mais interessantes do Brasil, porque são obrigados a arriscar (curiosamente, é o mercado que os obriga a serem origianais e novos a cada disco - isso porque a nova linguagem inaugurada pelos Los Hermanos ainda não rendeu frutos relevantes, e talvez seja melhor assim) é certo que nenhum grupo desde a primeira geração havia me chamado a atençao como algo realmente novo.
O paradoxo é que apesar dos grupos produzirem misturas interessantes, era como se nós já soubéssemos quais seriam os ingredientes - uma pitada de regionalismo, samba, rock, música eletrônica. E nada também parecia ser tão visceral como o Nação, seja pela inferioridade das letras e dos intérpretes, seja pelo abandono da linha funk, que misturados à batucada fazia a revolução musical dos negros americanos reencontrarem suas origens, com resultados quase ritualísticos. Todos os grupos acabam soando algo morno, mpb. Não que não fossem bons, mas nada extraordinário e/ou marcante.
Até que eu conheci esse grupo, que é mais recente, o Cidadão Instigado. Ele também pega os vários estilos e se utiliza ora de um, ora de outro, muito mais do que tentar fundi-los. Até aí, nada de novo. Mas o conjunto de referências que ele utiliza segue um paradigma novo... Amado Batista com Frank Zappa? Isso com o vocal mais desafinado e esgarniçado desde Tom Zé, só que
plenamente consciente, fazendo com que as 'limitações' joguem a favor musicalmente. E com letras verdadeiramente 'instigantes', (os título - os urubus só pensam em te comer, o pobre dos dentes de ouro... já dão uma idéia) com imagens bastante originais. Os caras são capazes de fazer uma rock progressivo de 12 minutos que começa meio Alceu Valença, passa por Pink Floyd e muda pra Frank Zappa, e na faixa seguinte fazer um som brega no melhor estilo Amado Batista. Ou então fazer um improvisso algo jazzístico por sobre uma base de teclado anos oitenta, dos mais fuleiros e característicos da época, com uma letra que versa sobre vacas agonizantes. Reivençao da psicodelia? Apesar do princípio ser o mesmo - referência a tudo e a todos - as misturas são as mais criativas que eu tive oportunidade de acompanhar nos últimos tempos. Além das referências serem originais, os caras não estão preocupados em seguir aquela linha clean, mais acessível, tipo mpb. Eles seguem mais as lições do rock progressivo e psicodélico, de passagem de um estado a outro. O que se ganha com isso é que as inúmeras influências aparecem em tensão (servindo por exemplo para mudar o sentido da música, acompanhando uma mudança de sentido da letra) ao invés de colocadas como equivalentes, como se fossem
objetos culturais que estivessem aí para ser usados sem crise, como o que acontece na maior parte das bandas de hoje que, apesar de tomarem Tom Zé como seu padrinho, fazem o exato oposto daquilo que o mestre ensinou com sua estética do plágio. A junção de centro e periferia ou cria algo novo, que ressignifica a ambos (como o nação, ao subordinar o centro à periferia, creio que pela primeira vez na nossa música, pois os movimentos que se via até então tiravam sua força de realizar o movimento inverso), ou aponta para a impossibilidade de fusão, como faz Tom Zé e a Tropicália, criando aqueles monstrengos sonoros.
Sem mais blablabla... baixa ae:
O CICLO DA DE.CADÊNCIA

http://www.mediafire.com/download.php?5m3dmwt91ci
E O MÉTODO TUFO DE EXPERIÊNCIAS

http://www.mediafire.com/?cdi4o99mxjy

